25.10.08

The best of myself



O meu melhor !

É além do limite que eu penso ser. É o mínimo que eu posso dar.

Minha alma, meu coração, meu sacrifício, meu esforço. Minha vida tem somente este objetivo.

Espero poder ser ! Somente…

21.10.08

O Oitavo Anão


Eu realmente gostaria de que coisas fossem diferentes: acontecimentos que dependem ou não de minha vontade. É incrível quando a realidade dá um peteleco em minha onipotência de achar que o universo é uma bolinha na minha mão e que tudo posso alterar, como num jogo de simulação e equalização de fatores. A realidade é irmã da frustração que traz com ela sua companheira tristeza, velha conhecida minha...

Estou falido em muitos sentidos, percebo agora. Financeiramente, minha alegria, meu brilho nos olhos, meu desacolhimento. Mesmo assim, insisto em viver no mundo da Poliana ou do próprio Dom Quixote, mas um espelho retrovisor me mostra a realidade atrás de mim e rindo nas minhas costas... Dou-me conta o quâo ridículo eu sou e tenho pena de mim, raiva (ódio, ira) de mim por sentir pena, estranheza por sentir e viver tamanho ódio, vergonha por sentir-me estranho, idiota pequenino por sentir vergonha, fraqueza por ser idiota e pequeno, vontade de me debater e como uma carpa subir a correnteza, mas sinto que posso desistir ao perceber a imensa fraqueza diante da violência dessa corredeira que são os acontecimentos que desnudam a realidade (antes coberta por um véu tão lindo e santo - que saudades daquele véu da ilusão e ignorância); ao perceber a iminência de desistir, penso nos exemplos a seguir daqueles que vieram antes de mim e me inspiram (essa é a gasolina da minha vida). Mas agora me dou conta que se esta é a gasolina, o Nitro, o Turbo-Boost é aquele que me vê e pensa e se inspira em mim para ele continuar.... Só de pensar nisso, minha boca não treme nem arqueja, minha lágrimas secam e meus olhos desruborizam.

Ontem passei por um constrangimento que mesmo não dependendo de mim, me faz sofrer agora, me faz triste e me faz envergonhado demais, querendo ser um átomo que queria ser um elétron , na verdade (um quark...). Fui acompanhar um paciente em um colega indicado por mim a eles para realizar um procedimento mais complexo e hospitalar; lá, enquanto eu ainda estava com ele acompanhando outro caso, atrasamos cerca de 20 minutos. O paciente, acompanhado de sua mãe já estava na sala de espera. A mãe dele parece que surtou de desespero e stress e brigou com todo mundo, fez escândalo para a secretária e até para o porteiro do prédio. Nisso, saí da sala e fui conversar com ela, a acalmei e quando foi a vez deles, ela se desculpou ao meu colega. Ontem voltei para atender mais pessoas e isso não saiu da minha cabeça, renitentemente martelando.... Hoje cedo, meu colega me ligou dizendo que não havia gostado daquilo e que eu desse uma desculpa à ela e que não iria operar meu paciente (coitado, ele precisa disso para sua auto-estima e para até mudar de país e estudar fora, libertando-se de sua loucura doméstica, de certa forma). Respeito a opinião de meu colega e acho que é saudável esta atitude (para ele). Mas, me lembro de como eu, ao contrário, sou sempre trouxa: permito demais intromissões como estas e outras mais graves, abusos de mim, deverem para mim, me humilharem, ser este quark pisado e esmagado... (Será que o certo seria eu ser violento e rude, truculento?), ou ao menos a média e equilíbrio o búdico "caminho do meio" ?

Além de tudo, não tem nada pra comer em minha casa, não posso tomar banho, escovar os dentes, puxar a descarga... (estou nervoso) !

Espero que isso também passe (This too shall pass...! ).


Ê Budão !!!!

6.10.08

Luís Fernando Veríssimo


Dez coisas que levei anos para aprender...

Luis Fernando Veríssimo

Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado, não pode ser uma boa pessoa.

(Esta é muito importante. Preste atenção, nunca falha).

As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

(Tá cheio de gente querendo te converter!).

Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

(Na maioria das vezes quem tá te olhando também não sabe! Tá valendo!).

A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

(Deus deu 24 horas em cada dia para cada um cuidar da sua vida e tem gente que insiste em fazer hora-extra!) A MELHOR....

Não confunda sua carreira com sua vida.

(Aprenda a fazer escolhas!)

Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

(Quem escreveu deve ter conhecimento de causa!)

Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria 'reuniões'.

(Onde ninguém se entende... Com exceção das reuniões que acontecem nos botecos...)

Há uma linha muito tênue entre 'hobby' e 'doença mental'.

(Ouvir música é hobby... No volume máximo às sete da manhã pode ser doença mental!)

Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

(Que bom!!!!!)

4.10.08

Neruda


Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo. 

Morre lentamente quem destrói o seu amor próprio, quem não se deixa ajudar. 

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece. 
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru. 

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto sore o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos. 

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos. 

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má-sorte ou da chuva incessante. 

Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde sobre algo que sabe quando lhe indagam. 

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o simples fato de respirar. 

Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade. 
.. 

3.10.08

Sede...




Tenho sede...

Justiça, bem estar ao meu filho, solidariedade de nossa sociedade, gentileza, menos rudeza, menos ter que ser forte para demarcar nosso território como seres irracionais e personagens do Discovery Channel.

De cordialidade no trânsito...
De ser e não parecer ser...
De fazer minhas merdas e ser compreendido (não pedoado imbecilmente, mas ao menos visto e dado o desconto de um ser humano aprendiz...)...
De sexo... (comida, diversão, arte, balé, ouvir os Titãs..)...
De aprender e poder por em prática meu conhecimento absorvido...
De ter uma boa noite de sono...
De ter oportunidade de desacelerar e poder olhar os lírios do campo, pois embora haja tempo para tudo, só vejo o tempo de cumprir, correr, de ir, de voltar, de estar em movimento, e não estar onde se está...
De estar junto de quem não está aqui, mas em terras longínquas...
De estar junto de quem não está nem aqui nem em terras longínquas, mas passou...
De ser o melhor pai que eu possa ser (isso ao menos me deixa feliz em ver que consigo e sou)...
De amar não só o meu semelhante, conviver bem com todos, mas também manter meu respeito e dignidade...
De amar uma mulher. Não uma menina, mas uma mulher. Uma companheira, uma guerreira...
De ser ator e não platéia...
De não ser... ou ter que parecer ser... ou ter que me preocupar com o que tenho e represento e não com o que sou...
De viver plenamente. De estar em mim mesmo. 
De estar em nós (nós mesmos e em nós com a mulher amada, nós cegos impossíveis de desatar... 

Namastê (Dharma foundation...)



2.10.08

Estamos todos interligados...



Havia num país distante, um rei poderoso que tinha como servo um homem bom e fiel, cuja eficiência era única em todo o reino.Porém, o rei não podia acreditar que esse homem era perfeito.




Mil dúvidas povoavam sua mente. E se num momento muito ideste servo falhasse?


Diante desta dúvida, o rei resolveu colocar em prova a capacidade do homem.


Chamou-o e disse : - "Servo, cansei deel. Chegou em casa entristecido, sabendo que perderia seu cargo e que msta minha coroa. Quero uma outra, mas não de ouro e sim quero-a com pedras preciosas. As mais exóticas e brilhantes que houver. Portanto , ordeno-lhe que a confeccione para mim". Como ele sabia que em seu reino não havia este tipo de mineração, achou que pela primeira vez seu servo lhe falharia.



Mas meses depois, o fiel empregado voltou trazendo uma coroa de beleza ímpar, com pedras espetaculares nunca antes vistas em reino algum.

Mas o rei ainda não aceitando totalmente a eficiência do escravo, depois de muito meditar, chamou-o novamente ordenando: ... 

" Servo, agora quero que acrescente nesta linda coroa uma frase, que quando eu estiver triste eu me alegre e, quando eu estiver feliz eu me entristeça".


O servo saiu de lá desesperado. Como faria isso ?

Tudo na vida já tinha feito para provar sua fidelidade ao rei, mas agora ele lhe pedia algo que parecia impossívais do que isso, perderia a confiança do rei . 


Mas a esposa, consternada com a tristeza do marido, depois de muito pensar , teve uma grande idéia e a executou. 


Depois de pronta, o servo pegou a coroa e a levou ao rei, que de imediato a colocou na cabeça e foi para a frente do espelho, para ver o que nela estava escrito.
Espantado então viu a breve frase :

VAI PASSAR !

E assim é a nossa realidade. Não importa o momento que estejamos vivendo,
TEMOS QUE TER SEMPRE A CERTEZA DE QUE SEJA O QUE FOR, PASSARÁ.

Se a dor, a tristeza, o desânimo estiverem presentes em sua vida,
NÃO SE ENTREGUE, POIS EM BREVE TUDO PASSARÁ.

SE POR OUTRO LADO, VOCÊ ESTIVER VIVENDO UM GRANDE MOMENTO,

A P R O V E I T E - O !



NÃO O ESTRAGUE POR COISAS PEQUENAS. SABOREIE-O COM CALMA,
POIS ELE TAMBÉM PASSARÁ





Wu Li holds the same position in the Chinese language as “physics” does for the English. While physics means simply, “of nature”, Alfred Huang, the Taoist master and one-time physics student, translates Wu Li as “patterns of organic energy”. You may be aware that Li has a prominent position in Taoism, signifying the natural currents of energy embodied in flowing water, patterns of marble, wood grain and even muscle or brain tissue. Taoists, among others, make a study of such phenomena, that they may “bring to life within [themselves] the dynamics that fashioned the cosmos”. This is the essential goal of all, as suggested by physicist Brian Swimme. “We already have these [dynamics] in the forms of stars, mountains, atoms and elephants, but we do not yet have them in human form.” Physicists and cosmologists too study these dynamics, that they may not only calculate such powers, but also hopefully unravel or expose the essence of our Being. 




Werner Heisenberg, quantum physicist, describes this role: “Physics is reflection on the divine Ideas of Creation, therefore physics is divine service.” The answer to “How do we serve the divine?” has always been “To serve the divine in ourselves”. So physics must be of some benefit to its students, as Li to its Taoist students. Self-evident in our world are the effects of misguided ambition. Chuang Tzu explained, “Your life has a limit but knowledge has none. If you use what is limited to pursue what has no limit, you will be in danger.” This pursuit, of course, extends beyond just knowledge. We pursue to obtain union with all various objectified Being, rather than to simply realize the essential union. “Destruction has its root in the allurement permeating the universe”, according to Swimme. “Allurement is the source of all activity, even destructive 


activity.”

Farid al-Din 'Attar, the Sufi poet, saw this too:

“The whole world is a marketplace for Love,

For naught that is, from Love remains remote.

The Eternal Wisdom made all things in Love.

On Love they all depend, to Love all turn.

The earth, the heavens, the sun, the moon, the stars

The center of their orbit find in Love.”

Thus, for naught, do we try to obtain this loving-union, for we are this loving-union. Mere gravity

exemplifies allurement in the cosmos.

The ground of Being is stillness, emptiness, and “the journey out of emptiness is the creation of love”, writes Swimme. This, of course, accords with the famous hadith, “I was a hidden treasure. I loved to be known, so I created creation.” But not all would describe creation as an act of love. Physicist Sir James Jeans has said, “If the universe is a universe of thought, then its creation must have been an act of thought.” Many other physicists and Vedantins, and most Buddhists, would describe the world in this manner. Per Ramana Maharshi: “In fact, what is called the world is only a thought.” Yet, truly, whatever one insists on coloring, with language, as either thought or as love, has a more basic description as an interaction or an experience.

An experience necessitates both experiencer and the experienced. By way of Wolfgang Pauli: “The concept of consciousness in fact demands a cut between subject and object, the existence of which is a logical necessity, while the position of the cut is to a certain extent arbitrary.” Actually, the position of that cut proves itself completely arbitrary. According to Erwin

Schrödinger, “Subject and object are only one. The barrier between them cannot be said to have broken down as a result of recent experience in the physical sciences, for this barrier does not exist.” There exists no objective reality, nor any subjective reality. These conceptions fail in the face of a subject-object unitive reality, in which one Being plays all roles. As such, we belong to the simplest possible universe, experiencing itself. To model our human life in this manner, seeking a conservative essentiality, we may cut off or avoid extraneous information and divisive activity. Such a manner recalls Ramakrishna, who would cry in agony to see a newspaper lying on the table.

Perhaps Ramakrishna had intuitive perception of how operate the forces of nature: gravitation, electromagnetic, the weak and strong nuclear forces. Each of these forces involves the exchange of virtual particles between elementary particles (for example, the exchange of virtual mesons between protons and neutrons). Those particles known as “virtual” have such a designation, as they do not fully exist. They seem to come from nowhere, but having such a short life-span, bypass the conservation law of matter. However, virtual particles not only cause the physical forces, but in any interaction with elementary particles, all the particles involved have been reborn. The proton which exudes a virtual meson has taken the place, in existence, of the proton which had not yet exuded any virtual particle.

The same holds true for us, here, on the human level of existence. With each interaction, in each passing moment, we die and someone new takes our place; a continual rebirth. Swimme

describes how we become “moon-people”: “When you look at the moon, you are absorbing the

moon just as the ocean absorbs minerals… interaction with the photonic shower creates a new

quantum state. This means that when you stand in the presence of the moon, you become a new creation. The photon’s interactions have entered into the quantum state of your entire ensemble, and you are, through these interactions, a moon-person.” And so too, by avoiding the

newspaper, one avoids becoming a world-news-person, a hometown-section-person, a business- person, a crime-person or any other sort of inky-smudged person; lost, for a time, to the more immediate life experience, which knows no such conceptual division.

Though, in comparison with fire, Swimme does not contain our Self within the phenomenal

interactions: “What is the flame? Is it the light given off in all directions? The wax as it combines

with oxygen? The chemical products resulting from this combination? ... The flame organizes all these different materials into its own persisting process. A flame is an image of unseen

organizing activity… [a] power that spontaneously erupts and shows itself whenever it is able to.” The flame then, is the organizing activity, more than just the sum of the conditions which make its appearance possible. The example of a flame finds sub-atomic parallel with S-Matrix theory, in which particles occur along “reaction channels” within a network of interaction. The particles here have existence only as intermediate states, and different particles can occur due to differing conditions within the same interaction, such as an increase in the amount of energy available. The S-Matrix theory, then, finds basis with events – the organized activity – of which particles manifest only as an image.

And so, under the right conditions, tuned to the proper reaction channel, the moon-person event occurs, appears, lingers and yet moves on. So too with the inky-smudge person, and so too with the astrophysical; flowing into the black holes from which nothing escapes, then flowing out from the white holes (quasars) in which nothing remains. This vital flow moves onward, unstoppable, in all forms; though we try still to grasp at it or shrink from its path. Yet even the sun dies, losing mass, as we feed upon its photonic energy and heat radiation. And so too we die continually, cell by cell, fuel for new life – some cells even killed by the sun’s gamma rays – while we ourselves radiate metabolic body heat into the environment. And even for light to strike at us, photons which were a part of our skin, hair, nails, etc. ricochet into the room, where they will intertwine with any observer.

On the sub-atomic level, elementary particles leap in and out of existence. From no-thing-ness

comes all things, which go back again into the no-thing-ness. All things sparkling in and out in

this same way. Take, for example, bacteria on a Petri dish, seen through a microscope, which

live and die in the blink of an eye. Or to photograph a roofless human city from a satellite, with

time-lapse photography. To watch the city over the span of generations, we would see the same

phenomena as the bacteria, or as the elementary particles. People born and dying in the blink of an eye. So too with a greater span of time, with our time-lapse telescope pointing outward for this experiment, watching now a galaxy of stars born and dying like bacteria in a Petri dish.

What can stand in the way of this flowing Being? We cannot step into the same river twice; but

we do adapt to the river, as it slides past our feet. This quality of acceptance plays the most

important role in our lives. Without acceptance, we may catch a beating from the “cosmic cops”,

for either clutching that which we must lose or for refusing to carry a load. Though, from such

mistakes, we will eventually learn the lesson. Abraham Lincoln had once paraphrased nicely a

story by Farid al-Din 'Attar: “It is said an Eastern monarch once charged his wise men to invent

him a sentence to be ever in view, and which should be true and appropriate in all times and

situations. They presented him the words: 'And this, too, shall pass away.' How much it

expresses! How chastening in the hour of pride! How consoling in the depths of affliction!"

‘Attar’s sentence, “This, too, shall pass,” describes elegantly the ultimate practice; referred to

variously as yoga (surrendering), hollow bones (empting), avoda (serving), zazen (sitting),

kenosis (pouring-out), wu-wei (flowing), islam (submitting) or quasars (and black holes, both

ducting). Yes, this essential “letting flow” appears in each tradition we have studied.

Albert Einstein, who spent more years of his life pursuing unified field theory than any of his other endeavors, once said, “A theory is more impressive the greater the simplicity of its premises, the more different kinds of things it relates, and the more extended is its area of application.” I wonder if Einstein had ever read, “This, too, shall pass”, before he, too, had passed. After all, Einstein was to have also said, “Science without religion is lame, religion without science is blind.”

A lot of things might help you in your relationship, but when you try to sift out the most important, your ability to deal with conflict will be at or near the top of the list.

Would you like to experience less conflict? Would you like to feel calmer during conflicts? Would you like to resolve them easier? Here's how:

Remember whatever is happening is temporary. There are several reasons this principle is so important.

When someone assumes their problem is permanent, it can lead to depression, according to Martin Seligman, one of the top researchers in his field.

Assuming that something bad is permanent is one of the biggest contributors to the downward spiral of depression, and depression is the most common psychological problem people experience — and one of the most destructive. Merely being disheartened is a mild form of depression. Although it's milder, it happens more often. When you feel disheartened, you want to stop trying. This not only feels bad, it makes you less capable of dealing well with conflict.

Coming from an entirely different angle, Buddha tried to find out what caused suffering. By his own assessment, one of his most important findings is that when people fail to accept the temporary nature of things, they suffer more than they need to. According to Buddha (and I happen to agree with him on this), this lack of acceptance that things are temporary and always changing is one of the main sources of suffering for humanity.

When Abraham Lincoln was in the White House, he experienced stress, and that is an understatement if I've ever made one! Soldiers were getting slaughtered by the tens of thousands and Lincoln was the one sending them to their tragic deaths. He was a deeply empathetic man, so this tremendous slaughter caused him immense despair and sadness and pain. But it needed to be done, and decisions needed to be made every day. To keep himself calm enough to deal with it, he often said to himself, this too shall pass. He used this phrase as a kind of mantra. He was able to maintain his rationality and carry out his duties at a crucial time in history — largely by reminding himself again and again that whatever is happening is temporary.

This too shall pass. The one constant in this universe is that everything changes. Remind yourself of this and you'll suffer less. You'll get disheartened less often and less intensely. And — back to our original purpose — you'll deal with conflict better.

Say that phrase to yourself next time you feel upset about something. Use it as a mantra. The circumstances that caused the upset will change — maybe not all of them, but some parts of your circumstances will change all by themselves fairly quickly. And remind yourself that your feelings will change inevitably, even if you do nothing to change them. You won't stay upset forever. I know this is obvious to you now, but when you're upset, you tend to forget this important truth.

It's a simple idea, but it can dramatically ease the strain of the moment, making you better able to deal with it, creating less stress in your body, and making you a calmer person to interact with.

Say to yourself in times of stress:

THIS TOO SHALL PASS....

30.9.08

Manso e dócil

Admiro ser assim. Eu conheço uma pessoa cujo olhar passa isso e seu exemplo também. Para muitos, um bobo, outros o acham covarde. É um dos meus heróis !









"O que quer que façam conosco, não iremos atacar ninguém nem matar ninguém; estou pedindo que vocês lutem, que lutem contra o ódio deles, não para provocá-lo. Nós não vamos desferir socos, mas tolerá-los, e através do nosso sofrimento faremos com que vejam suas próprias injustiças e isso irá ferí-los, como todas as lutas ferem, mas não podemos perder, não podemos... Eles poderão torturar meu corpo, quebrar meus ossos, até me matar, então terão meu corpo inerte, mas não a minha obediência". Gandhi


Na montanha ...

Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.
Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque eles serão fartos.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.
Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguiram e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa.


Versão moderna:


- Bem-aventurados os pobres de ambições escuras, de sonhos vãos, de projetos vazios e de ilusões desvairadas, que vivem construindo o bem com o pouco que possuem, ajudando em silêncio, sem a mania de glorificação pessoal, atentos à vontade do Senhor e distraídos das exigências da personalidade, porque viverão sem novos débitos, no rumo do céu que lhes abrirá as portas de ouro, segundo os ditames sublimes da evolução.

- Bem-aventurados os que sabem esperar e chorar, sem reclamação e sem gritaria, suportando a maledicência e o sarcasmo, sem ódio, compreendendo nos adversários e nas circunstâncias que os ferem, abençoados aguilhões do socorro divino, a impeli-los para diante, na jornada redentora, porque realmente serão consolados.

- Bem-aventurados os mansos, os delicados e os gentis que sabem viver sem provocar antipatias e descontentamentos, mantendo os pontos de vista que lhes são peculiares, conferindo, ao próximo, o mesmo direito de pensar, opinar e experimentar de que se sentem detentores, porque, respeitando cada pessoa e cada coisa em seu lugar, tempo e condição, equilibram o corpo e a alma, no seio da harmonia, herdando longa permanência e valiosas lições na Terra.

- Bem-aventurados os que tem fome e sede de justiça, aguardando o pronunciamento do Senhor através dos acontecimentos inelutáveis da vida, sem querelas nos tribunais e sem papelórios perturbadores que somente aprofundam as chagas da aflição e aniquilam o tempo, trabalhando e aprendendo sempre com os ensinamentos vivos do mundo, porque, efetivamente, um dia serão fartos.

- Bem-aventurados os misericordiosos, que se compadecem dos justos e dos injustos, dos ricos e dos pobres, dos bons e dos maus, entendendo que não existem criaturas sem problemas, sempre dispostos à obra de auxílio fraterno a todos, porque, no dia da visitação da luta e da dificuldade, receberão o apoio e a colaboração de que necessitem.

- Bem-aventurados os limpos de coração que projetam a claridade de seus intentos puros, sobre todas as situações e sobre todas as coisas, porque encontrarão a "parte melhor" da vida, em todos os lugares, conseguindo penetrar a grandeza dos propósitos divinos.

- Bem-aventurados os pacificadores que toleram sem mágoa os pequenos sacrifícios de cada dia, em favor da felicidade de todos, e que nunca atiçam o incêndio das discórdias com a lenha da injúria ou da rebelião, porque serão considerados filhos obedientes de Deus.

- Bem-aventurados os que sofrem a perseguição ou incompreensão por amor à solidariedade, à ordem, ao progresso e à paz, reconhecendo acima da epiderme sensível, os sagrados interesses da Humanidade, servindo sem cessar ao engrandecimento do espírito comum, porque assim se habituam à transferência justa para as atividades do Plano Superior.

- Bem-aventurados todos os que forem dilacerados e contundidos pela mentira e pela calúnia, por amor ao ministério santificante do Cristo, fustigados diariamente pela reação das trevas, mas agindo valorosos, com paciência, firmeza e bondade pela vitória do Senhor, porque se candidatam, desse modo, à coroa triunfante dos profetas celestiais e do próprio Mestre que não encontrou, entre os homens, senão a cruz pesada, antes da gloriosa ressurreição.
Rejubilem-se, cada vez mais, quantos estiverem nessas condições, porque, hoje e amanhã, são bem-aventurados na Terra e nos Céus.

Humberto de Campos


Traduzir-se


Uma parte de mim é todo mundo: outra parte é ninguém: fundo sem fundo.
Uma parte de mim é multidão: outra parte estranheza e solidão.
Uma parte de mim pesa, pondera: outra parte delira.
Uma parte de mim almoça e janta: outra parte se espanta.
Uma parte de mim é permanente: outra parte se sabe de repente.
Uma parte de mim é só vertigem: outra parte, linguagem.
Traduzir uma parte na outra parte - que é uma questão de vida ou morte – será arte?


FERREIRA GULLAR

Meu legado, minha melhor obra, maior emoção ... (No clima do Viny...)


Pedro, meu filho...
Vinicius de Moraes

Como eu nunca lutei para deixar-te nada além do amanhã indispensável: um quintal de terra verde onde corra, quem sabe, um córrego pensativo; e nessa terra, um teto simples onde possas ocultar a terrível herança que te deixou teu pai apaixonado - a insensatez de um coração constantemente apaixonado.E porque te fiz com o meu sêmen homem entre os homens, e te quisera para sempre escravo do dever de zelar por esse alqueire, não porque seja meu, mas porque foi plantado com os frutos da minha mais dolorosa poesia.Da mesma forma que eu, muitas noite, me debrucei sobre o teu berço e verti sobre teu pequenino corpo adormecido as minhas mais indefesas lágrimas de amor, e pedi a todas as divindades que cravassem na minha carne as farpas feitas para a tua.E porque vivemos tanto tempo juntos e tanto tempo separados, e o que o convívio criou nunca a ausência pôde destruir.Assim como eu creio em ti porque nasceste do amor e cresceste no âmago de mim como uma árvore dentro de outra, e te alimentaste de minhas vísceras, e ao te fazeres homem rompeste meu alburno e estiraste os braços para um futuro em que acreditei acima de tudo.E sendo que reconheço nos teus pés os pés do menino que eu fui um dia, em frente ao mar; e na aspereza de tuas plantas as grandes pedras que grimpei e os altos troncos que subi; em tuas palmas as queimaduras do Infinito que procurei como um louco tocar.Porque tua barba vem da minha barba, e o teu sexo do meu sexo, e há em ti a semente da morte criada por minha vida.E minha vida, mais que ser um templo, é uma caverna interminável, em cujo recesso esconde-se um tesouro que me foi legado por meu pai, mas cujo esconderijo eu nunca encontrei, e cuja descoberta ora te peço.Como as amplas estradas da mocidade se transformaram nestas estreitas veredas da madureza, e o Sol que se põe atrás de mim alonga a minha sombra como uma seta em direção ao tenebroso Norte.E a Morte me espera em algum lugar oculta, e eu não quero ter medo de ir ao seu inesperado encontro.Por isso que eu chorei tantas lágrimas para que não precisasse chorar, sem saber que criava um mar de pranto em cujos vórtices te haverias também de perder.E amordacei minha boca para que não gritasses e ceguei meus olhos para que não visses; e quanto mais amordaçado, mais gritavas; e quanto mais cego, mais vias.Porque a poesia foi para mim uma mulher cruel em cujos braços me abandonei sem remissão, sem sequer pedir perdão a todas as mulheres que por ela abandonei.E assim como sei que toda a minha vida foi uma luta para que ninguém tivesse mais que lutar:Assim é o canto que te quero cantar, Pedro meu filho...
(queria eu ser poeta e te dedicar outras coisas)... DQ

Até quando ?


Não aguento mais aguentar.
Sou passivo a violências que mexem com meus brios.
Tudo para preservar a instituição materna.
Será que sempre ficarei assim por baixo? Eu gostaria de equilíbrio e respeito.
Tudo já foi tirado, inclusive meu amor próprio e respeito. Não ligo mais para a matéria, mas há coisas que estão indo contra a minha natureza.
Meu breque é em respeito à mãe dele, por respeito e consideração a ele.
Até quando, D'us ? Preciso de mais forças.
O que mais pode ser me imposto ? Que crime tão grave fiz ? Quero perdão e paz.
Estou fazendo minha parte. Sinceramente.
Enquanto eu não sofrer mais do que já estou, qual é o limite ? O que trará felicidade à ela ? Qual a provação ainda que terei que me submeter para aplacar esta sede ? Eu ainda tenho uma folguinha de paciência...
Mas ela está acabando... 
Estou na reserva. Preciso da gasolina da paciência. Ilumine-me, por favor.